ISSN 1807-734X    QUALIS A2
 
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15 | 2
2018

Prezados leitores, é com satisfação que publicamos esta segunda edição do ano de 2018. Iniciamos o ano com uma novidade. Desde o fim de janeiro a BBR está exigindo o ORCID (Open Researcher and Contributor ID) do autor responsável pela submissão. Implementamos imediatamente após o pedido da SciELO, pois acreditamos nesta iniciativa de identificar adequadamente os autores, trazendo mais confiabilidade ao processo de reconhecimento do trabalho científico desenvolvido. Também passaremos a exigir o ORCID dos co-autores assim que a funcionalidade for disponibilizada pelo ScholarOne. Se você ainda não possui seu ORCID, registre-se em https://orcid.org/register.
 
Esta edição começa com o trabalho de Demo, Rozzett, Fogaça e Souza, que desenvolvem e validam uma escala de relacionamento com clientes de companhias aéreas. Esperamos que este estudo seja de grande utilidade para pesquisas em áreas como estratégia e marketing. Em seguida, Severgnini, Galdaméz e Moraes conduzem um estudo multicaso com base na Teoria dos Stakeholders, identificando as perspectivas dos stakeholders presentes na avaliação de desempenho de micro, pequenas e médias empresas, que pode ajudar no desenho e implementação de estratégias que entreguem mais valor. Miake, Carvalho, Pinto e Graeml desenvolvem um modelo teórico da Gestão de Conhecimento do Cliente que se mostra útil na avaliação da efetividade de iniciativas de CRM, com efeitos práticos tangíveis como aumento de taxa de rematrícula e alto retorno do investimento.
 
Indo para o campo de Finanças, temos Bernardo, Albanez e Securato estudando como fatores macroeconômicos e institucionais podem ter influência na estrutura de capital de empresas latino-americanas. É um estudo que joga luz sobre um tema que ainda tem muitas questões em aberto, inovando ao trazer variáveis pouco discutidas dentro das teorias de estrutura de capital. Tangenciando finanças, mas focando comportamento do consumidor, Ramos, Ferreira, Freitas e Rodrigues estudam o efeito da confiança do mobile banking na sua intenção de uso, com resultados práticos interessantes para o setor bancário. Por fim, dentro de ensino de negócios, Lacruz e Américo analisam a influência do debriefing no aprendizado em jogos de empresas, trazendo uma contribuição para estratégias mais efetivas de ensino.
 
Boa leitura a todos!

Fabio Motoki – Editor-Chefe - orcid.org/0000-0001-7464-3330 

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