ISSN 1807-734X    QUALIS A2
 
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15 | 1
2018

 
Prezados leitores,
 
É com muita honra que inicio meu papel de Editor Chefe da BBR. Eu agradeço ao Conselho Editorial, em especial ao agora Co-Editor, Prof. Dr. Bruno Felix, pela confiança depositada em mim. É uma grande responsabilidade continuar o excelente trabalho da gestão do Felix, que obteve o 3º lugar no último ranking de fator de impacto do Spell. É gratificante ter participação em algo tão positivo, tendo iniciado minhas contribuições em 2013 como revisor, e sendo promovido a editor associado em 2017.
 
Apesar do grande desafio, tenho a tranquilidade de receber um periódico que está com processos bem azeitados, e com um corpo editorial da mais alta qualidade. Agradeço ao Felix pelo processo de transição, que tem sido feito de forma muito natural. Quero agradecer também ao trabalho de nosso ex-assistente editorial, Andre Cavalcanti, que encerrou seu período na BBR em dezembro, e dou às boas vindas à nossa nova assistente editorial, Patricia Motoki. Espero manter os esforços de internacionalização, que vem sendo feitos de forma mais assertiva desde a gestão do Prof. Dr. Emerson Mainardes. Também será prioridade a modernização do site da BBR, para que possamos prover uma experiência muito mais agradável a vocês, nossos leitores.
 
Nesta primeira edição de 2018 temos Longhini, Cavalcanti, Borges e Ferreira analisando um importante mecanismo para as firmas, de como investimentos em inovação influenciam a geração de receita. Em seguida, Mascena, Fischmann e Boaventura, dentro do escopo da teoria dos stakeholders, buscam entender quais destes stakeholders recebem maior nível de atendimento de seus interesses. Já Barreto e Martins estudam a tensão entre flexibilidade e custos em termos de estratégia e gestão das operações de serviços. Ainda em gestão, mas numa seara bem diversa, Menezes, Martins e Oliveira analisam os antecedentes da efetividade da gestão do ensino superior segundo os Critérios de Excelência de Baldrige. Repsold e Hemais jogam luz sobre o distanciamento entre a academia e os praticantes de marketing, um diagnóstico importante para direcionar ações no sentido de reconectar teoria e prática. Por fim, Silva, Lana e Marcon estudam a relação entre acordos de acionistas e valor de mercado da firma, um tema importante especialmente num mercado de baixa proteção ao acionista como o Brasil.
 
 
Boa leitura a todos!

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