ISSN 1807-734X    QUALIS A2
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Maio Junho 2018
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Prezados leitores, é um prazer anunciar a terceira edição deste ano de 2018. Reforço aqui as novidades que tivemos desde o último editorial: a chegada do Prof. Dr. Luiz Felipe Pontes de A. P. Girão da UFPB como editor-associado, e a absorção pela BBR do custo de tradução para o português de artigos submetidos por autores não-lusófonos. Também gostaria de reiterar nossa profunda gratidão por todo o trabalho do Prof. Márcio A. V. Machado, que sempre desenvolveu um trabalho de alta qualidade como nosso editor-associado, e que cedeu espaço a seu colega da UFPB dentro de um processo de rotação que a BBR realiza rotineiramente.
 
Nesta edição trazemos mais algumas novidades. Pedimos à Scielo a inclusão da BBR no Figshare (https://scielo.figshare.com), uma plataforma dedicada à disseminação de pesquisa científica. Com esta iniciativa pretendemos dar mais visibilidade aos trabalhos publicados no periódico, trazendo um benefício tangível tanto aos autores quanto à comunidade científica como um todo. A outra novidade é que a BBR passou a exigir que as citações estejam no formato da APA (6ª edição), um padrão internacionalmente aceito. Acreditamos que seja mais uma iniciativa importante dentro da estratégia de a internacionalização do periódico, removendo mais uma barreira que era imposta aos autores estrangeiros.
 
Antes de apresentar os artigos, gostaria de destacar o caráter generalista da BBR. Esta edição apresenta um bom equilíbrio entre artigos mais voltados às áreas de Contabilidade & Finanças, e os da área de Administração. O “Business” no nome do periódico remete a esta diversidade de perspectivas dentro de negócios, que acreditamos que se complementam e traçam um retrato mais fiel da área.
 
O primeiro artigo traz um levantamento da pesquisa brasileira relacionada a mercado de capitais. Pinheiro, Tomaz, Bueno e Silva estudam publicações em um extenso período de 1961 a 2016 em periódicos de alto impacto, formando um interessante panorama das últimas décadas http://bit.ly/2rdsOZB.
 
Em seguida, Oliveira e Coelho estudam se um padrão contábil mais voltado a prover informações para o mercado tem algum impacto no desempenho de analistas. É uma temática importante, que busca verificar se o padrão está tendo efeitos positivos no mercado, e que está relacionada com a avaliação de efetividade de políticas públicas http://bit.ly/2w1O0aJ.
 
Na sequência, Araújo, Lustosa e Dantas estudam a ciclicidade da provisão para créditos de liquidação duvidosa (PCLD) em bancos brasileiros. Os resultados, que indicam pró-ciclicidade da PCLD, são de especial interesse a reguladores http://bit.ly/2ji5mqt.
 
O quarto artigo entra na seara da Administração. Bazanini e Machado Junior trazem uma interessante visão sobre a dinâmica da rede de negócios em megatemplos, como o Templo de Salomão da Igreja Universal do Reino de Deus. Os achados revelam uma operação baseada na lógica de mercado http://bit.ly/2jmhCq7.

Cassio-de-Souza e Ogasavara investigam a relação entre distância transnacional e sobrevivência de subsidiárias no estrangeiro. Usando dados europeus, os resultados indicam que essas distâncias tem um papel importante na determinação da mortalidade das subsidiárias, dando pistas importantes para decisões estratégias relacionadas a operações internacionais http://bit.ly/2KniGGh.

Por fim, mas não menos importante, Petry, Amal e Floriani complementam Cassio-de-Souza e Ogasavara, usando dados brasileiros e medidas de distância institucional, e incluindo mais um fator, o da empresa estar localizada num cluster regional. A distância institucional apresenta um resultado similar ao de Cassio-de-Souza e Ogasavara, com impacto negativo sobre o desempenho da subsidiária, enquanto que estar localizada num cluster tem o efeito contrário http://bit.ly/2rctRc5.

Boa leitura a todos!

Fabio Motoki – Editor-Chefe - http://orcid.org/0000-0001-7464-3330 

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